Relatório da CIDH sobre a “Operação Contenção”, no RJ

Labipol Redes Sociais
Palestina Teimosa
Francisco Teixeira

Carta aos Diretores da UECE

Reitero a Vossas Senhorias que nosso compromisso precípuo é convergente: a preservação de uma universidade pública autônoma, plural e radicalmente democrática. Lamentavelmente, a condução adotada pela Direção do Centro de Humanidades e pela Reitoria no caso concreto apartou-se gravemente dessas nossas premissas.
Greve Geral em Portugal Foto: Georg Moritz/Getty Images
Foto de Marcela Uchôa

A greve enquanto expressão suprema do poder de dizer não

A resistência também se manifesta por meio dos corpos que ocupam as ruas e os espaços públicos. Afinal, não há ação política sem a presença concreta dos sujeitos. A greve, os protestos e as ocupações representam formas de contestação das dinâmicas de sofrimento social, precarização e indiferença.
Foto de vala comum em Manaus no período da pandemia de Covid-19. Foto de MICHAEL DANTAS (AFP)
Francisco Teixeira

O bolsonarismo antivacina

O cenário atual demonstra que a estrutura argumentativa pouco mudou: mesmo após mais de 700 mil mortes, o núcleo da extrema-direita bolsonarista permanece fiel ao negacionismo científico.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), apresentou, no último dia 6/3, um contundente relatório sobre a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, em 28 de outubro de 2025.

O relatório indica, com precisão e clareza, o uso excessivo da força, a intenção de matar e os indícios incontestáveis de uma chacina cometida pelo Estado. Com base nisso, pede a apuração cuidadosa e a punição de toda a linha de comando, incluindo os reesposáveis políticos.

Leia o relatório aqui.