En los confines de la verdadera guerra

Teerã, Irã, em 1º de março de 2026- Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images

Por eso, nadie puede verdaderamente, alegrarse por lo que ha pasado en estas semanas. Porque uno puede tener cualquier crítica hacia los gobiernos atacados… pero el mundo no es un partido de futbol.

A extrema-direita europeia depois de 1945: uma breve história

O fio que amarra tudo sem deixar ponta solta é este: a extrema-direita europeia cresceu porque aprendeu a sobreviver no pós-guerra, porque crises econômicas e identitárias abriram demanda por pertencimento e controle, porque o centro político normalizou sua moldura ao copiá-la, e porque a era digital, acelerada pela pandemia, tornou a política mais emocional, mais cansativa e mais vulnerável à desinformação.

A lógica da guerra infinita como estratégia de governo

Khan Yunis, Gaza - Omar Al-Qattaa/AFP

Entender as dinâmicas de opressão e trabalho reprodutivo que se conjugam em Gaza há décadas é compreender as estruturas que autorizam e naturalizam a utilização de artifícios imperialistas de governo a serem aplicados em escala indefinida contra populações colocadas em extrema vulnerabilidade. Essa dinâmica de normalização das crises aponta para uma forma de governabilidade que naturaliza o uso de medidas excecionais e autoritárias.

Noticiário parisiense de 2018 movimenta racistas no Brasil

As redes bolsonaristas reativaram uma série de jargões xenofóbicos e racistas. Apresentando um vídeo de imigrantes franceses, ameaçando uma professora de morte, os bolsonaristas alertaram para a importância de retomar o discurso conservador, apoiando a extrema direita europeia. Acontece que o vídeo é, na realidade, de 2018. Aconteceu no Lycée Edouard-Branly, em Créteil, região de Île-de-France (arredores […]

Reuters: Departamento de Justiça prepara ofensiva contra promotores do 6 de janeiro

O que temos observado, em todo a parte onde os movimentos de extrema direita tenham tomado corpo e o poder, é o ataque renitente às instituições de justiça. Até onde temos notícias, contemporaneamente esse modelo foi testa pela primeira vez na Hungria, por Viktor Orbán, e se tornou um tanto como modelo dos blocos fascistas. Atacar, gradual e continuamente o poder judiciário, que tem sido, segundo observamos, uma contenção aos impulsos violentos dos governos extremistas.