Neste artigo defende-se que o estado de guerra que permeia a sociabilidade urbana brasileira não é uma mera analogia, mas um movimento próprio do sistema democrático burguês. Com base na proposta teórica de Agamben, busca-se revelar o modelo violento de manter a dicotomia amigo-inimigo e como isso se manifesta nos conflitos urbanos brasileiros, principalmente no caso do Rio de Janeiro. Por fim, apresenta-se o recrudescimento da violência através dos fascismos social e aberto, que tendem a intensificar a guerra urbana. Consequentemente se estabelece uma crítica à esquerda brasileira, que tem se mostrado incapaz de dar respostas a esse fenômeno típico.
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